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Henrique Marques

20180531_-_Ljubljana,_EslovĂȘnia_(34)

20180531_-_Ljubljana,_EslovĂȘnia_(9),_Prefeitura_e_Robba's_Fountain

20180531_-_Ljubljana,_EslovĂȘnia_(99)_Castelo_de_Ljubljana

20180531_-_Ljubljana,_EslovĂȘnia_(34)
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Liubliana ou Ljubljana (em esloveno: Ljubljana, pronunciado AFI: [ljuËbljàËna] é a capital e maior cidade da Eslovênia com cerca de 272 220 habitantes. Liubliana é a sede do município urbano de mesmo nome.
O assentamento romano de Emona que deu origem à cidade foi construído no ano 15 d.C. Os primeiros informes que a mencionam o seu nome datam de 1144. A sua história é de origem diversa, mas sobretudo, celta. Segundo conta uma lenda, Liubliana no ano de 1144, era dominada por um terrível dragão que costumava atirar fogo para aterrorizar seus habitantes a partir de uma das torres do castelo. Depois de muito tempo de solidão e destruição, o dragão apaixonou-se por uma doce fêmea e deles teria nascido o primeiro dragão artista do mundo, um menino que não fez as vontades do pai.
O rio liublianica banha a capital eslovena.
O rio Lublianica marca e divide o centro da cidade em dois. De um lado, a parte antiga e o acesso ao castelo, do outro a parte comercial e política da cidade. No centro, a praça do poeta nacional, France Prešeren (1800-1849), na qual se encontram a igreja principal, dedicada à Ordem Franciscana. São poucos os resquícios do passado comunista na cidade, apesar da independência recente, obtida no começo da década de 1990.
A temperatura varia entre 3,4 °C em janeiro e 21,9 °C em julho. A taxa anual de precipitação é de 1350 mm.
A arquitectura da cidade contempla uma diversa mescla de estilos. Os seus grandes sectores, construídos depois da Segunda Guerra Mundial, foram desenhados pelo arquitecto esloveno JoĆŸe PleÄnik. A cidade tem também uma grande influência austríaca, visível em alguns bairros de arquitetura alpina.
O Castelo de Liubliana é um castelo medieval localizado no topo da colina no centro da cidade.

20180531_-_Lago_Bled,_EslovĂȘnia_(25)

20180531 - Lago Bled, EslovĂȘnia (28) Igreja NÂȘ SÂȘ da Assunção, Ilha de Bled

20180531_-_Lago_Bled,_EslovĂȘnia_(87)_Castelo_de_Bled

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O Lago de Bled, (Blejsko jezero (em esloveno)), é um lago nos Alpes Julianos da região da Alta Carniola, noroeste da Eslovénia, onde confina a cidade de Bled. A área é um dos principais destinos turísticos da Eslovénia. O lago fica a de 35km do Aeroporto Internacional de Liubliana e 55km da capital, Liubliana.
O lago possui origens glacial e tectônica. Com 2120m de comprimento e 1380m de largura, possui uma profundidade máxima de 29,5m e tem uma pequena ilha (Ilha de Bled). O lago está situado em um ambiente pitoresco, rodeado por montanhas e florestas. O Castelo medieval de Bled está localizado acima do lago da costa norte. O Vale Zaka fica no extremo oeste do lago.
O Lago foi sede do Campeonato Mundial de Remo em 4 ocasiões: 1966, 1979, 1989 e 2011.â
O lago circunda a Ilha de Bled (Blejski otok). A ilha tem vários edifícios, sendo o principal deles a igreja de peregrinação dedicado à Assunção de Maria (Cerkev Marijinega vnebovzetja), construído em sua forma atual, perto do final do século XVII e decorados com restos de afrescos góticos de cerca de 1470. A igreja tem uma torre com 52m e há uma escadaria Barroca de 1655 com 99 degraus de pedra que levam a um edifício. A igreja é frequentemente visitada e casamentos são realizados regularmente. Tradicionalmente, é considerado boa sorte para o noivo carregar a noiva até a entrada no dia do seu casamento antes de tocar a campainha e pedir um desejo dentro da igreja.

20180601_-_Cavernas_de_Postojna_(13),_Trem_de_aproximação

20180601 - Cavernas de Postojna (30)

20180601 - Cavernas de Postojna (68)

20180601_-_Cavernas_de_Postojna_(13),_Trem_de_aproximação
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Postojna (em alemão: Adelsberg; em italiano: Postumia) é um município da Eslovênia. A sede do município fica na localidade de mesmo nome e está situada a 35 km de Trieste, no sudoeste da Eslovênia.
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Gruta de Postojna
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Nela se encontra uma das maiores atrações da Eslovênia, na forma de uma imensa gruta com 20 km de galerias exploradas, aonde se pode encontrar um animal autóctone, denominado Proteus Anguinus. Cego, esguio, com quatro membros muito pequenos, este animal foi-se adaptando à vida nas grutas que abundam entre esta cidade e a península croata da Ístria.
A Postojnska Jama (Gruta de Postojna, em esloveno) é visitada anualmente por milhares de turistas, que através de uma linha de caminho-de-ferro de bitola muito reduzida podem chegar até às galerias mais recônditas da gruta, onde existe um circuito pedestre ladeado das habituais estalagmites, estalactites e colunas, além de covas inacessíveis e esculturas que a água e o calcário foram moldando e continuam a moldar. O regresso é efectuado em parte pelo mesmo caminho de entrada, afastando-se depois por outras galerias, não antes da passagem pela maior galeria da gruta, onde podem caber ao mesmo tempo milhares de pessoas.
A cidade de Postojna é servida tanto por auto-estrada como pela principal linha de caminho-de-ferro da Eslovénia, com ligações diárias com a capital Liubliana e cidades croatas e italianas como Pula e Veneza.
Proteus anguinus
"Proteus anguinus" na Caverna de Postojna, Eslovênia
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O proteus (Proteus anguinus) é um anfíbio cego endêmico às águas subterrâneas das cavernas dos carstes dináricos do sul da Europa. O seu habitat inclui as águas que fluem debaixo do solo através da extensa região calcária que inclui as águas da bacia do rio SoÄa, perto de Trieste, Itália, através do sul da Eslovênia, sudoeste da Croácia, e a Herzegovina. O proteus é a única espécie no seu gênero, Proteus, o único representante europeu da família Proteidae, e o único Cordado europeu que habita exclusivamente nas zonas sem luz de cavernas. É por vezes chamado de peixe humano pelos habitantes locais devido à parecença da sua pele com a dos humanos, assim como salamandra das cavernas ou salamandra branca.
A característica mais notável desta espécie a sua adaptação a uma vida em escuridão completa no seu habitat subterrâneo. Os olhos do proteus são subdesenvolvidos, tornando-os cegos, enquanto que os seus outros sentidos, particularmente o olfacto e a audição, são bastante desenvolvidos. Não tem nenhuma pigmentação na sua pele. Ao contrário da maior parte dos anfíbios, o proteus é exclusivamente aquático e come, dorme e reproduz-se debaixo de água, retendo características larvares tais como brânquias externas durante a fase adulta.
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