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Zagreb, Croácia, Jun2018
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Zagreb (pronúncia em croata[zǎːɡreb]) ou, na sua forma portuguesa, Zagrebe[2] é a capital e maior cidade da Croácia. Localizada entre a margem do rio Sava e a encosta do monte Medvednica, situa-se 120 metros acima do nível do mar, nas coordenadas 45°48′N 15°58′E. Uma encruzilhada entre a Europa Central e o Mar Adriático, Zagreb concentra indústria, instituições científicas, órgãos administrativos nacionais e ministérios.
Em português é por vezes usada a grafia aportuguesada Zagrebe.[3][4][5] Em italiano denomina-se Zagabria e em húngaro Zágráb na língua corrente, enquanto que no passado foi chamada em alemão e russoAgram, em grego Άγρανον.
Embora a presença humana já existisse na região desde o Neolítico, o nome Zagreb foi registrado pela primeira vez no século XI (1094). Naquele ano, o rei húngaro Ladislau I (László I em húngaro) fundou uma diocese no monte Kaptol. Uma comunidade secular independente formou-se num monte vizinho, chamado Gradec. Ambas as localidades sofreram com a invasão mongol de 1242; quando os mongóis se retiraram, o rei Bela IV (Béla IV em húngaro) proclamou Gradec uma cidade real autônoma, de modo a atrair artesãos estrangeiros.
Durante os séculos XIV e XV, as duas comunidades competiram econômica e politicamente. Finalmente, no século XVII, os dois montes medievais, Gradec e Kaptol, fundiram-se numa só comunidade, Zagreb. Hoje formam o centro cultural da cidade moderna. A diocese católica de Kaptol tornou-se a de Zagreb.
Durante a época austro-húngara, a cidade era chamada pelo nome alemão, Agram.
Aos poucos, a cidade cresceu e incorporou comunidades ao redor.
A população da cidade é de 973 667 habitantes (censo de 2005). Seus habitantes chamam-se zagrebinos.
Zagreb é a maior cidade da Croácia e a única cuja área metropolitana tem mais de um milhão de habitantes (1 088 841, conforme o censo de 2001).
Os croatas formam a maior parte dos habitantes da cidade, com 91,94%. As minorias étnicas incluem sérvios (18 811, ou 2,41%), bósnios (6 204 ou 0,80%), albaneses (3 389 ou 0,43%), eslovenos (3 225 ou 0,41%), ciganos (1 946 ou 0,25%), montenegrinos (1 131 ou 0,17%), macedônios (1 315 ou 0,17%) e outros.
A cidade de Zagreb goza do estatuto de condado. O governo da cidade é dirigido por um prefeito eleito pela Assembleia Municipal.
A Assembleia Municipal compõe-se de 51 representantes.
A maior parte da produção industrial da Croácia está concentrada em Zagreb, como os setores de processamento de metais, equipamentos elétricos, têxteis, produtos químicos e farmacêuticos, gráficas e papéis, couros, processamento de madeira etc.
Zagreb é um destino turístico e também um corredor para turistas da Europa Central e da Europa Ocidental em direção ao Adriático. Apesar dos muitos museus, galerias e monumentos, vários turistas não passam por Zagreb, indo diretamente para as praias do Mar Adriático e as cidades históricas de Dubrovnik, Šibenik, Zadar e outras. É um centro de tráfego importante, com conexões ferroviárias, rodoviárias e aéreas com as grandes cidades europeias e com as praias croatas.
A parte histórica da cidade, com a Cidade Alta e Kaptol, é a principal atração, com edifícios históricos, igrejas, instituições, restaurantes e cafés. As ruas e praças ali podem ser alcançadas a pé, a partir da praça Ban Jelačić, ou por meio de um funicular saindo da rua Tomićeva.
Parque Nacional dos Lagos de Plitvice, Croácia, Jun2018
Parque Nacional Plitvice está situado na Croácia. Trata-se de um parque nacional que se estende por 20000 hectares de bosques e de lagos, no coração dos Balcãs. Cascataslagos, abundante vegetação, abundância de aves e de ursos entre a sua fauna.
Os lagos dividem-se em dois grandes grupos, os lagos superiores e os lagos inferiores. Desde 1949 que este conjunto natural tem a designação de Parque Nacional e, desde 1979, de Patrimônio da Humanidade, pela UNESCO.
Há zonas que podem ser visitadas no Verão, outras no Inverno, e, no geral, não há lugares inacessíveis. Tem como problemas a abundante e frondosa vegetação na Primavera, e a neve a algumas cotas no Inverno.
O Parque Nacional dos Lagos de Plitvice (Plitivicka Jazera, em croata), com 300km2 de área, foi fundado em 1949 e, trinta anos depois, em 1979, entrou para a lista da Unesco de Patrimônios Naturais da Humanidade. São 16 lagos nos mais diferentes tons de azul e verde, conectados por cachoeiras de todos os tamanhos, divididos em dois grupos: lagos superiores (12 lagos) e lagos inferiores (4 lagos). Os passeios são feitos pelas passarelas que cruzam os lagos, nos caminhos de terra que ficas nas margens e uma parte em barco.
Split, Croácia, Jun2018
Split (Ασπάλαθος [Aspálathos], em grego; Spalatum, em latim; Spalato, em italiano) é a maior e mais importante cidade da Dalmácia, bem como o centro administrativo do condado de Split-Dalmácia, na Croácia. Está situada numa pequena península na margem oriental do Mar Adriático, na base dos montes Kozjak e Mosor. Com uma população de 193.867 habitantes (2005), 95,15% dos quais de origem étnica croata (censo de 2001), é a segunda maior cidade da Croácia.
Embora o surgimento de Split costume ser associado à construção do Palácio de Diocleciano, há provas da existência prévia de uma colônia grega na área. Diocleciano, um imperador romano que governou entre 284 e 305, era conhecido por suas reformas e pela perseguição aos cristãos. Por ordem sua, a construção do palácio começou em 293, de modo a estar pronto quando de seu afastamento da vida política do império em 305. O lado sul do palácio fica defronte ao mar, suas muralhas têm uma extensão de 170 a 200 m e uma altura de 15 a 20 m, e o complexo todo ocupa uma área de 9½ acres (38,000 ).
Esta grande estrutura já estava abandonada quando os primeiros cidadãos de Split fixaram residência na parte de dentro de suas muralhas: em 639, os refugiados da cidade de Salona, destruída pelos ávaros, converteram o interior do palácio num vilarejo. Ao longo dos séculos, aquela comunidade cresceu e ocupou as áreas em torno do antigo palácio, mas este constitui, ainda hoje, o centro da cidade, ainda habitado, com lojas, mercados, praças e a Catedral de São Dômnio (construída reaproveitando a estrutura do antigo Mausoléu de Diocleciano) inseridos nos corredores, pisos e muros do antigo palácio.
Ao longo de sua história, Split foi governada por Roma, pelo Império Bizantino e, intermitentemente, pela nobreza croata e húngara. Em 1420, assumiu o controle a República de Veneza, que o perdeu em 1797 para a Áustria-Hungria. No período de 1806 a 1813, a cidade esteve sob controle napoleônico.
Com o tempo, Split tornou-se um importante porto, com rotas para o interior através do passo de Klis. A cidade experimentou também um desenvolvimento cultural, com nomes como Marko Marulic, um dos clássicos da literatura croata, autor de Judita (1501, publicado em 1521), considerada a primeira obra de literatura moderna em língua croata.
Com o término da Primeira Guerra Mundial e a dissolução da Áustria-Hungria, a província da Dalmácia, juntamente com Split, tornou-se parte do Reino dos Sérvios, Croatas e Eslovenos (cujo nome foi mudado em 1929 para Iugoslávia). Quando Rijeka e Zadar, as duas outras grandes cidades na costa oriental do Adriático, passaram às mãos da Itália, Split transformou-se no porto mais importante da Iugoslávia. A ferrovia Lika, que liga a cidade ao restante do país, foi concluída em 1925.
Em abril de 1941, após a invasão da Iugoslávia pelas forças do Eixo, Split foi ocupada pela Itália e formalmente anexada um mês depois. Em setembro de 1943, com a rendição da Itália, a cidade foi liberada pela resistência mas viu-se ocupada pela Wehrmacht em seguida. Durante a ocupação, algumas das instalações portuárias e partes da cidade antiga sofreram dano devido aos bombardeios aliados. A resistência finalmente liberou a cidade em 26 de outubro de 1944. Até o final da guerra, Split foi a capital provisória da Croácia controlada pela resistência.
Após a Segunda Guerra Mundial, Split tornou-se parte da Croácia, a qual era, por sua vez, uma república federada pertencente à Iugoslávia socialista. A cidade continuou a crescer e a desenvolver-se como um centro comercial e cultural importante, atraindo grande número de migrantes rurais para as novas fábricas, estas parte de um esforço de industrialização em larga escala. No período entre 1945 e 1990, a população triplicou e a cidade expandiu-se, tomando toda a península.
Quando a Croácia declarou a sua independência em 1991, Split abrigava uma grande guarnição do Exército Popular Iugoslavo, que guardava as instalações e o quartel-general da Marinha Iugoslava (JRM). Seguiram-se meses de um impasse tenso entre o exército iugoslavo e as forças militares e policiais croatas, com vários incidentes. O mais sério ocorreu em novembro de 1991, quando a JRM, inclusive o contra-torpedeiro Split, bombardeou a cidade - a única ocorrência na história em que uma belonave bombardeou uma cidade com o seu próprio nome. O exército iugoslavo deixou a cidade em 1992.
Split é hoje a segunda maior cidade da Croácia.
A cidade ainda se ressente dos efeitos da difícil transição para a economia de mercado, agravada pela depressão causada pela guerra de independência croata. Durante a era iugoslava, Split era um centro econômico importante, com uma base industrial diversa que incluía construção naval, alimentos, produtos químicos, plásticos, vestuário, indústria de papel etc. Hoje a maior parte das fábricas socialistas está fechada e a cidade tem-se concentrado em comércio e serviços, o que deixou muitos operários desempregados. Apesar disso, conseguiu manter-se como um grande centro de transportes, comercial e administrativo da Dalmácia, o que tem gerado um crescimento econômico estável, embora lento.
As perspectivas para o futuro parecem melhores. Espera-se que a cidade se beneficie com a moderna auto-estrada que a liga à capital Zagreb e ao norte da Croácia, concluída em julho de 2005. Atualmente a economia da cidade baseia-se no comércio e no turismo, embora algumas indústrias antigas estejam sendo reabertas, tais como as de alimentação (pesca, azeitonas, vinho), papel, concreto e produtos químicos.
Ilha de Hvar, Croácia, Jun2018
Hvar (em italiano Lesina; em latim Pharus; em grego clássico Φάρος) é uma ilha do mar Adriático localizada na costa da Dalmácia na Croácia.
A maior vila da ilha é Hvar com 4.138 habitantes (em 2001). Outras localidades da ilha são Stari GradJelsa e Sucuraj.
Hvar é uma das 1.185 ilhas do litoral da Croácia e, provavelmente, a mais conhecida. Badalada e “na moda” já há algum tempo (tem fama de “nova Ibiza”), a ilha tem aproximadamente 70km de comprimento (mas é bem estreitinha) e possui diversos municípios/povoados. O maior e mais conhecido deles é a cidade de mesmo nome, HVAR.
Mas para os que pensam que Hvar é um destino só para galera, gente jovem e solteira (também é, claro!!) vou tentar mudar sua opinião! 😀 A ilha é completíssima. Faz-seturismo (muralhas, forte, igrejas…), descansa-se, conhece-se praias de água azul turquesa e curte-se restaurantes e bares bem animados.
Não deixe de conhecer o Castelo de Hvar...
Dubrovnik, Croácia, Jun2018
Dubrovnik (em italiano: Ragusa), raramente grafada como Dubrovnique, é uma cidade costeira da Croácia localizada no extremo sul da Dalmácia, na ponta do istmo homônimo. É um dos destinos turísticos mais concorridos do Mar Adriático, um porto marítimo e a cidade mais importante do condado de Dubrovnik-Neretva. Em 2001 a população do município era de 43 770 habitantes, dos quais 30 436 na cidade, a maior parte deles de origem croata (88,39%), havendo ainda 3.26% de origem sérvia e 3.17% de bósnios.
Pela sua beleza natural e urbanística, e pelo que representa para a história, Dubrovnik é conhecida como "a pérola do Adriático" e "Atenas eslava", devido aos seus antigos habitantes a distinguirem como única numa região onde imperava a barbárie e por nela terem proliferado grandes figuras das humanidades e das artes. Capital do condado de Dubrovnik-Neretva, Dubrovnik é uma cidade rodeada de muralhas e fortificações, no sopé do monte de São Sérgio, que cai a pique sobre as águas do Mediterrâneo. Desde 1979 que o recinto muralhado está classificado como Património Mundial pela UNESCO. As imponentes e bem conservadas muralhas, a arquitetura medieval, renascentista e barroca, a paisagem do Adriático, os cafés e restaurantes fazem de Dubrovnik um destino turístico único. A parte antiga é dividida ao meio pela Placa ou Stradun, o passeio público, com cafés e restaurantes, além de diversos monumentos e edifícios históricos.
A prosperidade da cidade sempre foi baseada no comércio marítimo. Na Idade Média foi a capital da República de Ragusa, a única cidade-estado no Adriático oriental a rivalizar com Veneza, atingindo o seu apogeu nos séculos XV e XVI. Em 1991 foi cercada e bombardeada por forças militares da Sérvia e Montenegro na sequência da fragmentação da Jugoslávia, o que provocou grandes estragos.
Em croata e outras línguas eslavas, a cidade é conhecida como Dubrovnik, em italiano como Ragusa, que é também o seu nome histórico, em grego como Ravgia (Ραυγια) ou Ragusa (Ραγουσα). O atual nome croata foi dotado oficialmente em 1918, após a queda do Império Austro-húngaro.
O termo Dubrovnik provém do termo ilírio dobrava, que significa bosque de carvalhos.
A cidade antiga, rodeada de muralhas, é bastante pequena, mas o conjunto da cidade estende-se até bastante longe, ocupando as encostas das montanhas até à beira-mar, espraiando-se pelas penínsulas a norte até Lapad e aos subúrbios de Gruž, o bairro do porto novo, a cerca de 3 km do centro histórico. A sul, as encostas caem de tal modo a pique sobre o mar que é impossível a expansão urbanística nessa direção. Os grandes hotéis encontram-se na península de Lapad, Babin Kuk e nas imediações do bairro de Guz.
Dubrovnik tem um clima de transição entre o úmido subtropical (Cfa, segundo Köppen) e o mediterrânico (Csa, segundo Köppen), visto que há um decréscimo nas precipitações durante o verão, mas não tão forte quanto em outros locais de clima mediterrânico típico. No entanto, distingue-se do clima de outras regiões mediterrânicas pelos ventos raros e trovoadas. O vento Bura fustiga a costa sul do Adriático com rajadas desagradavelmente frias entre outubro e abril, e as trovoadas são frequentes ao longo de todo o ano, até no verão, quando interrompem os dias quentes e ensolarados. As temperaturas do ar podem variar um pouco conforme a área.[carece de fontes] Tipicamente, em julho e agosto as temperaturas máximas são de 29 °C, caindo à noite para 21 °C. Na primavera e no outono as temperaturas máximas andam tipicamente entre os 20 e os 28 °C.
Segundo a tradição histórica, Ragusa foi fundada no século VII numa ilha rochosa de nome Laus (ou Lausa), a qual servia de abrigo a refugiados latino-dálmatas da cidade próxima de Epidauro, ou Ragusa Velha, a moderna Cavtat, que fugiram da cidade por causa das invasões eslavas (ávaros). Segundo alguns a fundação ocorreu em 614 e resultou da fusão de duas pequenas localidades: Laus, um povoado de uma pequena ilha na costa meridionalda Dalmácia, para onde se dirigiram os já referidos refugiados, e Dubrava, um povoado de pescadores imigrantes eslavos no pé do monte Srd.
Uma outra teoria recentemente proposta, baseada em escavações arqueológicas, contradizem a história tradicional. Nessas escavações foram descobertos vários vestígios, nomeadamente uma basílica grega do século VIII e troços de muralhas, que indicam que nesse tempo a dimensão da cidade era já considerável. Entre a comunidade científica é cada vez mais aceite que a cidade já existiria antes de Cristo. Esta teoria grega ganhou força com a descoberta em escavações recentes de numerosos artefatos de origem grega. Além disso, a descoberta de areia natural debaixo da estrada principal da cidade parece contradizer a teoria da ilha de Laus.
No seu livro "Povijest dubrovačke luke" (História do porto de Dubrovnik), Antun Nicetic defende a teoria que a cidade foi fundada por marinheiros gregos. Um elemento chave desta teoria é o facto de que os navios da Antiguidadeviajavam entre 40 e 50 milhas náuticas (entre 75 e 90 km) e precisavam de costas arenosas para onde pudessem ser puxados para passar a noite. O sítio de descanso ideal deveria ter uma fonte de água doce próxima. Dubrovnik tem essas condições e está situada quase exatamente a meio caminho entre duas colónias gregas conhecidas — Budva and Korčula — distantes entre si 95 milhas.
Os árabes atacaram a cidade, entretanto já próspera, no século VIII. Conta-se que Rolando, o cavaleiro lendário sobrinho de Carlos Magno acudiu em ajuda da cidade assediada e libertou-a dos invasores.
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